4set

Abruzzo na Casa Brasil 2013, em Bento Gonçalves

A Casa Brasil 2013 reuniu lojistas, designers, arquitetos, empresários e estudantes e, por isso, a Abruzzo também esteve presente. Nosso Diretor Comercial Dijorgio Oliveira visitou diversos estandes, fez contatos e trouxe muitas novidades. Foram quase 20 mil visitantes de todos os estados brasileiros e de 16 países. A Casa Brasil é referência nacional em design e negócios e, para nós, que atuamos no mercado de imagens publicitárias fotorrealistas em 3D, o evento teve três importantes momentos:

 

O nosso diretor comercial Oliveira e a diretoria da Revista Mobile, parceira do Estúdio Abruzzo.

 

#3 Indústria Moveleira e Design lado a lado

Este foi um fato inédito na história da Casa Brasil: os estúdios de design expuseram no pavilhão principal, junto com as indústrias. A meta da organização da feira era integrar essas duas frentes e a parceria foi um sucesso. Para quem visitava os estandes foi possível conhecer as tendências do design e a inovação da indústria lado a lado.

 

#2 A MateriaBrasil e o design sustentável

Outros destaques da feira foram as mostras paralelas ao evento principal. A Experimenta e a MateriaBrasil trouxeram boas referências para os visitantes da Casa Brasil. Na mostra Experimenta, a proposta era levantar a bandeira da sustentabilidade, com o uso de matérias-primas naturais. Enquanto isso, a MateriaBrasil reuniu peças modernas que traziam contribuição social e não agrediam a natureza.

 

Oliveira, o nosso diretor comercial, junto com Letícia, arquiteta da Celmar e o Fernando, representante da marca.

 

#1 A Cantina Benta não tinha comida, mas tinha grandes artesãos

Quando a gente fala em cantina, automaticamente nos vem à mente comida, mas não na Casa Brasil. O projeto Cantina Benta reuniu 30 artesãos da cidade de Bento Gonçalves, onde a feira foi realizada, que transformaram palha de milho, fibras naturais e outras matérias-primas do gênero em peças simplesmente incríveis. O espaço foi um dos mais visitados – e comentados – no evento.

 

#0 Visite on-line

Foi muito bom participar da Casa Brasil 2013. Fizemos contatos, aprendemos um pouco e buscamos referências para os nossos clientes. Se você quer ver mais detalhes sobre a feira é só acessar o blogPara quem já está pensando na próxima campanha, vale também navegar pelo nosso portfólio

 

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21set

Tecnologia a favor da comunicação

A Abruzzo mais uma vez inova no setor de comunicação e propaganda, sendo pioneira na implementação de Softwares de Gestão de Conteúdo Empresarial, com foco em setores de marketing e agências de publicidade. O software, mais conhecido pelo acrônimo ECM – Enterprise Content Management, hoje, administra 100% dos JOBs do estúdio.

O ECM é o meio formal pelo qual se organizam e arquivam os documentos e demais conteúdos ligados aos processos de produção da empresa. Contempla as fases de criação / captura, armazenamento, versionamento, indexação, gestão, distribuição, publicação, pesquisa e arquivamento, relacionando os conteúdos com processos de negócio.

Quando o trabalho de sua empresa depende da colaboração de diversos funcionários, a integração entre eles desempenha um papel fundamental na produtividade.

Nossos softwares disponibilizam todas as ferramentas necessárias para facilitar a comunicação, compartilhar informações e executar tarefas. Tenha em um único canal, todas as áreas, pessoas e documentos referentes a um mesmo job, permitindo organizar o processo e acompanhar passo a passo seu desenvolvimento.

A Abruzzo se coloca a disposição para qualquer esclarecimento com relação a esta nova tecnologia, afinal inovar também faz parte do nosso negócio.

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27jun

A fotografia e os animais.

Sentimentos evidenciados por lentes.

Os indígenas não se deixavam fotografar porque tinham medo que suas almas fossem roubadas. Alguns filósofos dizem que a fotografia aprisiona o momento e, por meio dela, é possível congelar uma fração do tempo para sempre. Não tem como dizer se estes pensamentos estão certos ou errados. Mas uma coisa é verdade: a fotografia é capaz de revelar sentimentos, inclusive, dos bichos.

O fotógrafo dinamarquês Morten Koldby reacendeu esta discussão quando publicou retratos de animais selvagens em close-up. As imagens foram feitas em zoológicos e parques naturais na Europa e nos Estados Unidos. Não foi um trabalho rápido. Para captar as imagens, Koldby contou com a ajuda dos tratadores de animais dos locais e esperou até que os bichos estivessem relaxados para conseguir um bom contato visual. Um processo bem complexo, mas com um resultado incrível: expressões faciais que revelam tristeza, raiva e até mesmo curiosidade.

Fotos de Morten Koldby.

Expressar sentimentos e sensações com uma câmera fotográfica exige um olhar atento e o estudo de composição da cor e de iluminação. Uma luz mais suave, mais difusa, dá a sensação de tranquilidade e ternura, por exemplo. No caso dos bichinhos, saber explorar os detalhes de cada ângulo enriquece ainda mais o trabalho e permite que as pessoas projetem neles personalidades e sensações.

Mas só a técnica não basta. Trabalhar com animais é um desafio porque nem todos os fatores podem ser controlados pelo fotógrafo. Mesmo aqueles que são treinados podem ficar assustados com clique do obturador ou com a luz do flash. E o resultado acaba em uma imagem fora de foco.

O segredo é ter paciência e conhecer a personalidade dos modelos (observando seus movimentos e o lugar do estúdio eles se sentem mais seguros). Petiscos e brinquedos também ajudam a acalmá-los e deixá-los mais familiarizados com o ambiente. Quanto mais o fotógrafo conhecer o animal, mais fácil será saber o que ele está prestes a fazer, como brincar, se arrumar para dormir ou interagir com algum objeto ou pessoa.

Foto: Deniz Abruzzo

Algum tempo atrás, fotografamos aqui na Abruzzo dois filhotes (um gato persa e um cachorrinho lhasa apso) para o lançamento do aspirador de pó Pet Love, da Electrolux. O responsável pelo projeto foi o Deniz. Segundo ele, fotografar essa duplinha foi tranquilo. “Eu preparei o cenário, fui arrumando a iluminação e esperei pelo momento certo. Quando eles ficaram com sono e se aninharam, fiz a foto”, comenta.

Indicar um estado de humor sem usar a fala ou a música não é impossível, no entanto, exige paciência e sensibilidade. Nas palavras do neurologista Oliver Sacks, no filme Janelas da Alma: “não se limitar a olhar o visível, mas também o invisível. Isto, de certa forma, é o que chamamos de imaginação”.

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9nov

Revelamos um de nossos segredos.

Esta semana realizamos um workshop para nossos designers de ambientes virtuais, aqui no estúdio fotográfico da Abruzzo. A ideia foi desvendar os benefícios do uso das diferentes câmeras e lentes fotográficas na composição de imagens de ambientes 3D, cada vez mais realistas. Os profissionais da Abruzzo conheceram de perto uma câmera de grande formato (4×5) usada em fotografia publicitária. A intenção foi resgatar técnicas usadas dentro de um estúdio fotográfico profissional. Com um olhar de fotógrafo, os designers estudaram  na prática como aliar o conhecimento e a técnica para usufruir de todos os recursos disponíveis nos softwares 3D.

Workshopt Estúdio Abruzzo

Deniz Abruzzo e alguns membros da equipe 3D do Estúdio.

Deniz Abruzzo, Diretor de Fotografia do estúdio, explicou que a utilização de câmeras e lentes distintas possibilita que uma mesma imagem tenha diferentes resultados. “Na câmera fotográfica de grande formato isso é feito com recursos de basculagem, que corrige a perspectiva da imagem, exatamente como ocorre no software 3D, quando utilizamos uma câmera que simula estas características.”

Workshop Estúdio Abruzzo

Membros da equipe de ilustradores de ambientes 3D do Estúdio Abruzzo.

Para Juliana Rodrigues, Ilustradora 3D do Estúdio Abruzzo, foi interessante aprender um pouco mais sobre como se comportam os equipamentos fotográficos no mundo real e poder estudar como aplicar esse conhecimento na composição de imagens 3D, a fim de buscar um resultado mais próximo possível da realidade.

Workshop Estúdio Abruzzo

Juliana Rodrigues manuseando o equipamento fotográfico.

No Estúdio Abruzzo as possibilidades são sempre infinitas, inclusive para agregar conhecimento na composição de imagens foto-realistas. Este é um dos segredos da Abruzzo: nunca deixar de observar como se comporta o espaço físico em nossa volta para saber aproveitar os recursos disponíveis. É ficar atento a todos os detalhes, pois são eles que permitem que as imagens publicitárias dos nossos clientes tenham qualidade ímpar quando o assunto é ambientes 3D hiper-realistas.

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20out

Fotofusão: qual o limite entre o real e o imaginário?

Durante a Idade Média, eram feitos desenhos nas paredes e nos tetos das igrejas católicas para ensinar e catequizar as pessoas.

Vários filósofos, incluindo Platão, eram contra essa metodologia. Acreditavam que as imagens não retratavam informações, pois não havia realidade nelas.

Defendiam que o conhecimento verdadeiro deveria vir de algo existente como a escrita e a oralidade.

Mesmo assim, a imagem ganhou força e o que era uma forma de representar a realidade passou a ser um tipo de realidade compreendida.

Ao voltarmos para o tempo atual, percebemos que esta herança ficou e que nosso mundo é totalmente imagético. Chegamos ao ponto que Feuerbach previu em seu livro “A essência do Cristianismo”, de 1843: “prefere a imagem à coisa, a cópia ao original, a representação à realidade, a aparência ao ser”.

E não devemos pensar que isso é errado ou ruim, pois ao darmos mais espaço para a imagem, damos mais abertura para nossa imaginação, sem limitá-la.

Um bom exemplo disso são as melhorias nas técnicas de ilustração 3D e manipulação de imagens que estão tão avançadas que o real se mistura com o imaginário (virtual) e mal conseguimos perceber a diferença.

Veja na prática como estas imagens híbridas encantam os olhos e confundem a mente:

Como nestas representações gráficas feitas, aqui na Abruzzo, quantos de nós não tentou descobrir o que é real e o que é ilustração 3D?

Mas será que existe mesmo essa divisão: real e imaginário? Vamos analisar alguns fatos.  A primeira vista uma fotografia sem manipulação é real, certo? Errado.

A fotografia é a reprodução de uma realidade capturada através da luz. Mas considerando esta representação como um fragmento do real, outros elementos vêm à tona, como, por exemplo, se o dia está claro e no momento de fotografar é colocado um filtro, automaticamente aquele fragmento deixa de ser uma cópia fiel.

O mesmo acontece quando se fotografa algo em um fundo infinito para depois aplicar o ambiente: ali, a imagem é manipulada.

 

Então, no mundo das imagens não há nada real? Tudo depende do ponto de vista.

Ao verem uma imagem 3D fotorrealística, as pessoas se transportam para o mundo apresentado e vivem aquela experiência.

Para elas, as sensações e as imagens vistas faziam parte de sua realidade naquele momento. Por isso, podemos dizer que ao analisar uma imagem de fotofusão todos os elementos são verdadeiros.

A ilustração 3D é tão realística quanto a pessoa que está observando achar que for. Quanto mais imersão houver no mundo apresentado, mais real a imagem será.

Há quem diga que, num futuro próximo, poderemos ter experiências como as vividas pelos personagens principais no filme Avatar, ou seja, seremos capazes de vivenciar experiências físicas através de nossas mentes.

 

E você, o que pensa sobre o “universo do 3D”? Compartilhe com a gente sua opinião.

 

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