19dez

2011, um ano com muitas, muitas, muitas, vírgulas.

Já parou pra pensar quanta coisa mudou nesses últimos tempos? Mudamos de século, de década e, logo mais, vamos mudar de ano.

As cores das roupas ficaram mais ousadas, resgatamos estilos musicais e criamos outros. O celular ganhou novas funções além fazer e receber chamadas, ele também serve para tirar fotos, indicar o caminho, responder e-mails e até mesmo jogar videogame.  Veja só!

Agora fazemos compras on-line e, pela internet mesmo, reclamamos quando qualquer produto ou serviço não funciona da forma correta. As mudanças foram tantas e continuarão sendo tantas, que fica até difícil falar sobre o que mais pode mudar.

O lado bom é que mudar o tempo todo e absorver as mudanças que surgem amplia nossa capacidade de imaginar, de criar.

Hoje as pessoas estão se permitindo imaginar mais, porque sabem que também podem realizar mais. Esta certeza talvez venha por causa dos novos procedimentos medicinais, que tornam nosso tempo de vida maior e melhor, ou por causa da tecnologia avançada, que permite a criação de mundos imaginários de maneira realística, ou, quem sabe, por causa dos preconceitos que, pouco a pouco, vão sendo vencidos, deixando nossa liberdade de pensamento realmente livre.

E assim vamos escrevendo histórias com cada vez menos pontos finais e mais vírgulas, mais continuidade, mais expectativas, mais criatividade.

 

Esperamos que em 2012 elas continuem.

Um Feliz Natal e até já.

 

Entraremos em férias coletivas, mas dia 03/01/2012 estamos de volta.

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2dez

Propaganda: uma paixão nacional.

Para a Abruzzo, propaganda lembra fotografia, ilustração 3D, animação, reuniões de brainstorming, prazos, cafés, parcerias e até mesmo prêmios.

Para o mercado, a gente espera que propaganda lembre as mil possibilidades que o nosso estúdio oferece para tornar possíveis ideias que pareciam impossíveis.

 

E para os consumidores, propaganda lembra o quê?

Para os consumidores, com certeza, a propaganda lembra uma época específica da vida, a família de alguém (ou sua própria família), um amor do passado, um amor do presente, uma festa, um encontro, uma peça de roupa, o cheiro de alguma coisa, o gosto de alguma coisa, um colégio, uma turma, um fim de semana, uma viagem, férias, shows de rock, reuniões de trabalho, a vizinha do prédio, o porteiro, o restaurante, o sanduíche, a pipoca (…).

Mais do que movimentar milhões de dólares no mundo inteiro e vender produtos, a propaganda faz parte da vida das pessoas, de todas elas. Em nosso caso, todos os dias, o tempo todo. Mas estamos falando de pessoas “normais”, como chamamos quem não trabalha na área.

Há alguns anos, a publicidade nacional se tornou referência para o mundo, atraindo também a atenção de brasileiros de diversas outras profissões e interesses: engenheiros, médicos, professores, esposas, filhos, dentistas, diaristas e caminhoneiros.

Pode reparar, quando você está em uma roda de amigos, num fim de semana qualquer, quase sempre, em algum momento, alguém comenta que viu um comercial de televisão muito engraçado, triste, bonito, delicado, esquisito, enfim, os adjetivos são muitos. Propaganda é assunto. E é paixão.

Isso, citando apenas comerciais de televisão, que ainda é o veículo de massa com maior audiência no país, com presença em 97% dos lares.

O que a gente quer registrar aqui é a importância da propaganda para o brasileiro. Já faz muito tempo que ela deixou de apenas aumentar vendas e posicionar marcas, e passou a divertir, entreter e participar dos churrascos de domingo.

Parafraseando uma grande marca, “propaganda é isso aí”.

Aproveitando que domingo, 04 de dezembro, é o Dia Mundial da Propaganda, acesse nossa fan page e conte pra gente qual foi o comercial que, por qualquer que seja a razão, marcou sua vida.

 

Publicado em: Institucional, Mercado
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17nov

17 de novembro, Dia da Criatividade. E se…?

Os criativos, criativosos e criativóides devem estar se perguntando: por que hoje é o Dia da Criatividade? De onde surgiu isso? E se…o dia fosse comemorado em outra data? Afinal, questionamentos são comuns a pessoas criativas. Ou, para sermos mais exatos, pessoas criativas questionam tudo o tempo todo. E é aí que reside o segredo de encontrar o que ninguém encontrou e enxergar o que ninguém tinha visto. Pessoas criativas são curiosas por natureza, pois só assim é possível ver algo novo e surpreendente em coisas que até então pareciam comuns. E Freud explica, ao dizer que “a criatividade origina-se em um conflito inconsciente”.

Para a Abruzzo, comemorar o Dia da Criatividade é lembrar de todos aqueles profissionais que, ao buscarem incessantemente as grandes ideias, exigem também de toda a equipe aqui do estúdio a energia e o profissionalismo para ir além em busca de uma imagem. Nas agências de propaganda, estúdios de design e outras empresas ligadas a este setor o que não falta é gente inteligente, talentosa e, além de tudo, criativa. Dizem que a criatividade é um dom, mas nós acreditamos que este dom só persiste e vigora se for exercitado todos os dias, exatamente como este povo faz. Não só a propaganda e os inúmeros anúncios geniais que vemos por aí, mas o mundo todo, em todas as esferas, não seria o mesmo se as pessoas não acreditassem na criatividade e no poder de quem pensa diferente.

Para concluir, nada como “ouvir” de Alex Osborn, o grande criador do método de geração de ideias mais popular entre os publicitários (o brainstorming), o que significa a tal da criatividade: “aptidão para representar, prever e produzir ideias. Conversão de elementos conhecidos em algo novo, graças a uma imaginação poderosa”.

E se você está lendo este post é porque, com certeza, também adora ir além.

Assim, feliz Dia da Criatividade pra você.

 

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9nov

Revelamos um de nossos segredos.

Esta semana realizamos um workshop para nossos designers de ambientes virtuais, aqui no estúdio fotográfico da Abruzzo. A ideia foi desvendar os benefícios do uso das diferentes câmeras e lentes fotográficas na composição de imagens de ambientes 3D, cada vez mais realistas. Os profissionais da Abruzzo conheceram de perto uma câmera de grande formato (4×5) usada em fotografia publicitária. A intenção foi resgatar técnicas usadas dentro de um estúdio fotográfico profissional. Com um olhar de fotógrafo, os designers estudaram  na prática como aliar o conhecimento e a técnica para usufruir de todos os recursos disponíveis nos softwares 3D.

Workshopt Estúdio Abruzzo

Deniz Abruzzo e alguns membros da equipe 3D do Estúdio.

Deniz Abruzzo, Diretor de Fotografia do estúdio, explicou que a utilização de câmeras e lentes distintas possibilita que uma mesma imagem tenha diferentes resultados. “Na câmera fotográfica de grande formato isso é feito com recursos de basculagem, que corrige a perspectiva da imagem, exatamente como ocorre no software 3D, quando utilizamos uma câmera que simula estas características.”

Workshop Estúdio Abruzzo

Membros da equipe de ilustradores de ambientes 3D do Estúdio Abruzzo.

Para Juliana Rodrigues, Ilustradora 3D do Estúdio Abruzzo, foi interessante aprender um pouco mais sobre como se comportam os equipamentos fotográficos no mundo real e poder estudar como aplicar esse conhecimento na composição de imagens 3D, a fim de buscar um resultado mais próximo possível da realidade.

Workshop Estúdio Abruzzo

Juliana Rodrigues manuseando o equipamento fotográfico.

No Estúdio Abruzzo as possibilidades são sempre infinitas, inclusive para agregar conhecimento na composição de imagens foto-realistas. Este é um dos segredos da Abruzzo: nunca deixar de observar como se comporta o espaço físico em nossa volta para saber aproveitar os recursos disponíveis. É ficar atento a todos os detalhes, pois são eles que permitem que as imagens publicitárias dos nossos clientes tenham qualidade ímpar quando o assunto é ambientes 3D hiper-realistas.

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20out

Fotofusão: qual o limite entre o real e o imaginário?

Durante a Idade Média, eram feitos desenhos nas paredes e nos tetos das igrejas católicas para ensinar e catequizar as pessoas.

Vários filósofos, incluindo Platão, eram contra essa metodologia. Acreditavam que as imagens não retratavam informações, pois não havia realidade nelas.

Defendiam que o conhecimento verdadeiro deveria vir de algo existente como a escrita e a oralidade.

Mesmo assim, a imagem ganhou força e o que era uma forma de representar a realidade passou a ser um tipo de realidade compreendida.

Ao voltarmos para o tempo atual, percebemos que esta herança ficou e que nosso mundo é totalmente imagético. Chegamos ao ponto que Feuerbach previu em seu livro “A essência do Cristianismo”, de 1843: “prefere a imagem à coisa, a cópia ao original, a representação à realidade, a aparência ao ser”.

E não devemos pensar que isso é errado ou ruim, pois ao darmos mais espaço para a imagem, damos mais abertura para nossa imaginação, sem limitá-la.

Um bom exemplo disso são as melhorias nas técnicas de ilustração 3D e manipulação de imagens que estão tão avançadas que o real se mistura com o imaginário (virtual) e mal conseguimos perceber a diferença.

Veja na prática como estas imagens híbridas encantam os olhos e confundem a mente:

Como nestas representações gráficas feitas, aqui na Abruzzo, quantos de nós não tentou descobrir o que é real e o que é ilustração 3D?

Mas será que existe mesmo essa divisão: real e imaginário? Vamos analisar alguns fatos.  A primeira vista uma fotografia sem manipulação é real, certo? Errado.

A fotografia é a reprodução de uma realidade capturada através da luz. Mas considerando esta representação como um fragmento do real, outros elementos vêm à tona, como, por exemplo, se o dia está claro e no momento de fotografar é colocado um filtro, automaticamente aquele fragmento deixa de ser uma cópia fiel.

O mesmo acontece quando se fotografa algo em um fundo infinito para depois aplicar o ambiente: ali, a imagem é manipulada.

 

Então, no mundo das imagens não há nada real? Tudo depende do ponto de vista.

Ao verem uma imagem 3D fotorrealística, as pessoas se transportam para o mundo apresentado e vivem aquela experiência.

Para elas, as sensações e as imagens vistas faziam parte de sua realidade naquele momento. Por isso, podemos dizer que ao analisar uma imagem de fotofusão todos os elementos são verdadeiros.

A ilustração 3D é tão realística quanto a pessoa que está observando achar que for. Quanto mais imersão houver no mundo apresentado, mais real a imagem será.

Há quem diga que, num futuro próximo, poderemos ter experiências como as vividas pelos personagens principais no filme Avatar, ou seja, seremos capazes de vivenciar experiências físicas através de nossas mentes.

 

E você, o que pensa sobre o “universo do 3D”? Compartilhe com a gente sua opinião.

 

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17out

17 de outubro, Dia do Profissional de Propaganda.

Pode até parecer uma ironia, mas para falar do Dia do Profissional da Propaganda, vamos usar o velho clichê: Dia do Profissional da Propaganda é todo dia.

Assim como se diz das mães e dos pais, que deveriam receber os parabéns não apenas nos segundos domingos de maio e agosto, respectivamente, estes profissionais deveriam ser lembrados todos os dias. Afinal, em 24 horas, você convive com uma série de marcas, que muito provavelmente estão na sua vida graças ao trabalho diário destas pessoas.

Sem contar que a data, este ano, caiu numa segunda-feira, o dia mundial das reuniões de pauta nas agências e, principalmente, o dia de encarar aquele job que na sexta-feira parecia ter um prazo enorme. Com certeza, trabalhar com propaganda não é fácil.

Dá até pra arriscar a dizer que, sem paixão, entusiasmo e muita força de vontade, é quase impossível fazer isso todos os dias e ainda comemorar quando chega o 17 de outubro.

Na Abruzzo, nós temos muitos profissionais que sabem bem como isso funciona. Alguns com formação e atuação direta na área, outros que de alguma forma contribuem para viabilizar as ideias que vêm dos clientes.

No entanto, uma coisa todo mundo aqui do estúdio tem em comum com esse mercado: a imaginação sem limite.

 

Parabéns, profissionais de propaganda.

Com boas ideias, o mundo é muito melhor.


 

Peças assinadas pela JWT com imagens produzidas pela Abruzzo.

 

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7out

Sabendo que era impossível, ele foi lá e fez.

Steve Jobs passou sua vida provando que não há limites quando uma ideia é boa.

Ele ensinou ao mundo que utopia é sinônimo de realização. E, por isso, se encaixa naquela pequena lista das pessoas que “pensam diferente”.

Por esse modo fora do comum de pensar e pelo esforço em realizar ideias “malucas”, Jobs se tornou uma grande referência para o mercado mundial, especialmente, para profissionais que atuam diretamente com criatividade, como publicitários, designers, arquitetos e outros artistas. Mais do que isso, Jobs criou ferramentas que facilitam a realização das ideias grandiosas que estas pessoas buscam o tempo todo.

Steve Jobs

Para quem não sabe (pois a essa altura já contaram tudo sobre sua história), Jobs foi o grande fundador e incentivador da Pixar, transformando-a na mais inovadora empresa de animação computadorizada do mundo e, aqui em nosso estúdio, uma referência diária para qualquer produção.

O Steve Jobs se foi, mas sua ousadia vai ficar pra sempre.

Uma homenagem de toda equipe Abruzzo.

#thankyousteve

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5out

Novos rótulos da Lubrax levam ilustrações 3D desenvolvidas pela Abruzzo.

Trabalhar com fotografia publicitária e ilustração 3D é sempre um desafio, ainda mais sabendo que uma imagem não é simplesmente uma foto ou a captação visual de um objeto, mas algo que vai além da representação de uma idéia, de um conceito, tanto para quem produz, como para quem vende e consome. Neste universo, o 3D se apresenta como uma ferramenta interessante e criteriosa. Mais do que isso, como um caminho para a conquista da imagem perfeita.

 

Malha de um dos veículos modelados em 3D

Contudo, construir uma imagem de forma profissional não é um processo fácil. É preciso dispor de uma equipe qualificada que saiba usar de forma eficiente toda a tecnologia disponível. Num trabalho recente para a Gad Design, umas das maiores consultorias de branding e design do país, a equipe de especialistas em 3D do Estúdio Abruzzo desenvolveu os veículos que ilustram os rótulos das novas embalagens dos lubrificantes Lubrax.  A Gad foi a responsável pela remodelação completa da marca. Já o Estúdio ficou com o desafio de ilustrar modelos diferentes de veículos aos existentes no mercado.

Segundo Diogo Machado, artista 3D do Estúdio Abruzzo, os modelos foram ilustrados de acordo com o projeto idealizado pelo cliente e também com base em várias pesquisas. Em seguida, foram compostas as características técnicas da imagem, como tamanho, estilo, conceito do produto, cores, texturas, entre outros detalhes.

As imagens que ilustram os rótulos das novas embalagens dos lubrificantes Lubrax já estão em exposição nos postos de venda e podem ser vistos em todo o Brasil.

No Estúdio Abruzzo, o conceito de imagem vai além, supera limites, busca inovar sempre. Quer saber mais sobre ilustração 3D? Clique na imagem, conheça nosso portfólio e descubra que a imaginação não tem limites.

 

Ilustração em 3D para os novos rótulos da Lubrax.

 

 

Publicado em: Institucional, Portfólio
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23set

Setembro, mês de iluminação natural.

Se a fotografia é uma arte, a luz, com certeza, é a paleta de cores.

Quem já estudou ou teve contato, mesmo que diletante, com o assunto sabe que é por meio da iluminação que ocorre o processo de captação de uma imagem e, principalmente, de criação de texturas, volumes e climas.

Se, por outro lado, a fotografia é uma ciência, novamente a luz ganha ares de elemento principal, pois se utiliza de conceitos da Física e da Química para criar sua própria linguagem e incitar manifestações criativas.

O próprio nome ‘Fotografia’ vem do grego Photo = luz + Graphos = escrita (que significa “escrever com a luz”) e mostra com nitidez que a iluminação é o grande catalisador na criação de uma imagem.

“A primeira coisa a fazer, em qualquer tipo de captação de imagem pelo processo da fotografia, profissional ou amadora, é verificar o fotômetro, ou seja, conferir se a quantidade de luz que um ambiente está recebendo é a ideal para o resultado que se deseja obter”, comenta Paulo Pedroso, fotógrafo da Abruzzo há mais de 10 anos.

Basicamente, existem dois tipos de iluminação na fotografia: a luz natural e a luz artificial. E todo mundo que aprecia esta arte (ou ciência) sabe que a chegada da primavera representa um momento mágico no que diz respeito à iluminação natural. Com o calor, as plantas começam a florescer, o sol brilha mais intensamente e tanto ambientes internos quanto externos ganham novos contornos, novas cores e novas atmosferas.

“Fotografar ao entardecer nesta época do ano, por exemplo, é muito diferente. Os tons avermelhados que temos o ano inteiro ganham novas nuances e é possível brincar ainda mais com a captura do objeto, produto, paisagem ou conceito”, comenta Deniz, Diretor de Fotografia da Abruzzo.

Fotografar não é um processo complexo. E, sim, meticuloso. A luz é o primeiro passo, mas junto vêm questões como lentes, filtros, ângulos, rebatedores, entre inúmeros outros detalhes, além, é claro, do olhar e experiência do fotógrafo.

No entanto, se você quiser se aventurar a partir de agora, a primavera pode ser um bom estímulo.

 

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5set

O poder emocional da fotografia: exposição relembra o 11 de Setembro.

A fotografia é uma forma de registro, você concorda? Ela encanta, expõe opiniões, conta histórias, cria conceitos, vende produtos, mas também serve como um documento, uma prova de que uma cena de fato existiu. Até mesmo aquelas cenas que gostaríamos que nem tivessem acontecido. Como é o caso do atentado de 11 de setembro que, há 10 anos, chocou o mundo ao derrubar as torres gêmeas e matar quase 3 mil pessoas no edifício, incluindo alguns brasileiros.

O fotógrafo espanhol Francesc Torres também acredita no poder documental da fotografia. Durante três anos, ele capturou com sua câmera objetos recuperados da tragédia e criou uma exposição que já passou por Londres e passará por Barcelona e Nova York no mês de setembro. La Memoria Perdura, como foi chamada a mostra, exibirá 150 imagens que mostram de carros de bombeiros carbonizados, brinquedos empoeirados e vestidos quase intactos a notas de despedida encontrados entre os destroços do local. Para capturar os objetos, Torres utilizou uma câmera de 6×12 panorâmica, em formato analógico. E as fotos serão exibidas por meio de projeções, acompanhadas pelos restos das vigas oxidadas que faziam parte da estrutura do World Trade Center.


Trata-se de um projeto fotográfico que tem como objetivo eternizar os restos mais “comuns” de um atentado que mudou o rumo da história contemporânea e que, sem trocadilhos, mostra o quanto a fotografia pode revelar do que somos e vivemos. A Abruzzo tem orgulho de fazer parte desse universo e de saber que muitos artistas hoje trabalham para valorizar, em nosso cotidiano, o poder emocional da fotografia.

 

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